Bate no batid?o, fogo na cortina
Roda gira que gira, a favela é máquina
Tremendo o estojo, o grave é dinamite
Solta o grito do morro, explode em plena luz
Minha voz é tambor, meu peito é bateria
Quem n?o sente é rob?, vem sentir a folia
Subiu, desceu, o corpo vira pi?o
No batid?o sagrado, a noite é nossa can??o